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domingo, 30 de janeiro de 2011

MANUAL PERFEITO PARA INSTALAÇÕES ELÉTRICAS RESIDENCIAS.

http://www.4shared.com/document/5UZiRUOJ/INSTALAES_ELTRICAS_RESIDENCIAI.html

Harmônicos de Corrente e Tensão

1. INTRODUÇÃO

Com o avanço tecnológico, uma gama cada vez
maior de aparelhos mais compactos e com
componentes variados é lançada no mercado. Com
isso, problemas que antes eram desconhecidos
apareceram, como exemplo, podemos citar
harmônicos de corrente que foram notadas após a
implementação de componentes não-lineares nos
circuitos dos equipamentos e a interferência
eletromagnética proveniente da redução das
dimensões das placas de circuito impresso e
aproximação dos dispositivos.
Nos USA, estima-se que num período de 10
anos as cargas eletrônicas foram duplicadas, com
uma previsão de atingir 90% no ano de 2010[1].
Este trabalho está relacionado ao estudo de
componentes harmônicas que surgem nas ondas de
senoidais de corrente.

2. HARMÔNICOS

Os harmônicos de corrente surgem devido à
presença de cargas não-lineares na rede de
distribuição. Essas cargas não possuem uma relação
linear entre tensão e a corrente como cargas
resistivas, capacitivas e indutivas. Estas podem ser
geradas por equipamentos elétricos e eletrônicos
que possuem componentes não-lineares tais como:
diodos, transistores, chaves manuais entre outros.
As cargas não-lineares absorvem uma corrente
diferente da forma de onda da tensão que a
alimenta, gerando uma perturbação na onda da
corrente.
A harmônica é uma componente adicional que
possui freqüência múltipla da onda senoidal
fundamental. Na figura 1 está ilustrada, a
componente fundamental da tensão e sua quinta
harmônica. Na figura 2 é apresentada a forma de
onda da tensão resultante, que neste caso é a soma
das duas componentes apresentadas na figura 1.
As harmônicas que causam maior distorção na
onda da corrente são geralmente as de ordem ímpar
e quanto menor sua freqüência, maior será a distorção.

3. COMO DETECTAR AS HARMÔNICAS?

Há vários métodos que permitem analisar e
quantificar as distorções na forma das ondas.
Podem-se destacar quatro deles que serão
apresentados a seguir:
3.1 Fator de Potência
O fator de potência é a relação entre a potência
ativa (P) e a aparente (S), que possuem uma
relação:
FP = Potência Ativa (P) (1)
Potencia Aparente (S)
Atualmente as normas técnicas brasileiras
regulamentam o fator de potência mínimo de uma
instalação elétrica em 92% e em algumas classes de
equipamentos este limite chega a 97% [2].
As perdas de transmissão de energia elétrica são
proporcionais ao quadrado da corrente eficaz que
circula pelos condutores. Assim, para uma dada
potência ativa, quanto menor for o FP, maior será a
potência reativa e, conseqüentemente, a corrente
pelos condutores.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Animação AutoCAD 3D 2007

HISTERESE

Histerese
Os fenômenos da histerese ocorrem dentro magnético e ferromagnetic materiais, as well as no elástico e eletromagnético comportamento dos materiais, em que uma retardação ocorre entre a aplicação e a remoção de a força ou campo e seu efeito subseqüente. A histerese elétrica ocorre ao aplicar variar campo elétrico, e histerese elástica ocorre em resposta a uma força variar. O termo “histerese” é usado às vezes em outros campos, como economia ou biologia; onde descreve uma memória, ou o efeito do lagging, em que a ordem de eventos precedentes pode influenciar a ordem de eventos subseqüentes.A palavra “retardação” acima não deve necessariamente ser interpretada como uma retardação de tempo. Apesar de tudo, mesmo os sistemas lineares relativamente simples tais como um circuito elétrico que contem os resistores e os capacitores exibem uma retardação de tempo entre a entrada e a saída. Para a maioria de sistemas hysteretic, há uma escala de tempo muito curta quando seus comportamento dinâmico e várias dependências relacionadas do tempo são observados. No magnetismo, por exemplo, os processos dinâmicos que ocorrem nesta escala de tempo muito curta foram consultados a como Saltos de Barkhausen. Se as observações forem realizadas períodos muito longos do excesso, rastejamento ou relaxation lento tipicamente para o equilíbrio thermodynamic verdadeiro (ou outros tipos de equilíbrios que dependem da natureza do sistema) podem ser observados. Quando as observações são realizadas sem consideração para fenômenos dinâmicos muito rápidos ou fenômenos muito lentos do relaxation, o sistema parece indicar o comportamento irreversible cuja a taxa é praticamente independent da taxa da força dirigindo. Este comportamento irreversible taxa-independente é a característica chave que distingue a histerese de a maioria outros de processos dinâmicos em muitos sistemas.
Se o deslocamento de um sistema com histerese for traçado em um gráfico de encontro à força aplicada, a curva resultante está no formulário de um laço. No contraste, a curva para um sistema sem histerese é uma única, não necessariamente reto, linha. Embora o laço da histerese dependa das propriedades físicas do material, não há nenhuma descrição teórica completa que explica o fenômeno. A família de laços da histerese, dos resultados de variar aplicado diferente tensões ou as forças, dão forma a um espaço closed em três dimensões, chamadas o hysteroid.
A histerese foi vista inicialmente como problematic, mas é pensada agora para ser da importância grande na tecnologia. Por exemplo, as propriedades da histerese são aplicadas ao construir armazenamento permanente para computadores; como a histerese permite que a maioria de superconductors se operem nas correntes elevadas necessitadas criar campos magnéticos fortes. A histerese é também importante em sistemas vivos. Muitos processos críticos que ocorrem na histerese vivendo (ou morrendo) do uso das pilhas para ajudar estabilizá-los de encontro aos vários efeitos de flutuações químicas aleatórias.
Algum trabalho adiantado em descrever a histerese em sistemas mecânicos foi executado perto Maxwell do caixeiro de James. Subseqüentemente, os modelos da histerese receberam a atenção significativa nos trabalhos de Preisach (Modelo de Preisach da histerese), Neel e Everett em relação ao magnetismo e ao absorption. Uma descrição paramétrica simples de vários laços da histerese pode ser encontrada aqui (com o modelo, substituição do retângulo, triângulo ou pulsos trapezoidal em vez das funções harmonic permite também aos laços piecewise-lineares construídos da histerese usados freqüentemente no automatics discreto). Uma teoria matemática mais formal dos sistemas com histerese foi desenvolvida nos 1970s, por um grupo dos matemáticos Russian, que fosse conduzido perto Marque Krasnosel'skii, um dos founders da análise não-linear. Sugeriu uma investigação de fenômenos da histerese usando a teoria de operadores não-lineares.
Um dos fenômenos mais importantes que observamos nos materiais magnéticos é a histerese. Conhecer exatamente o seu significado é fundamental para todos os que trabalham com indutores e transformadores, principamente nos circuitos modernos como, por exemplo, os de fontes chaveadas, inversores de frequência e conversores AC/DC. Neste artigo, revisamos os conceitos básicos de magnetismo e explicamos o que é a histerese.



A partir da descoberta de Oersted de que uma corrente elétrica pode criar um campo magnético, o estudo mais profundo do eletromagnetismo tornou-se de grande importância para o desenvolvimento de diversos dispositivos elétricos e eletrônicos tais como solenóides, eletroímãs, transformadores, etc. Assim, para chegarmos ao ponto central deste artigo, que é a histerese, será importante revisarmos um pouco da teoria do magnetismo para que o leitor possa melhor entender os fenômenos envolvidos.
Unidades



Da mesma forma que em eletricidade temos diversas grandezas elétricas tais como corrente, tensão, potência e resistência, em magnetismo também temos diferentes grandezas que precisam ser definidas e bem diferenciadas para que o leitor entenda bem os fenômenos magnéticos.

Estas grandezas são medidas normalmente em unidades diferentes, que recebem nomes dos pesquisadores que contribuíram para o desenvolvimento deste setor da Ciência tais como Maxwell, Gauss, Oersted, Gilbert, etc.

Devemos, então, definir as seguintes grandezas:

a) Fluxo magnético:

Este termo é utilizado para expressar o número de linhas de força de um campo magnético que atravessam uma determinada área de uma superfície, conforme mostra a figura 1.



O fluxo magnético é expresso pela letra H e pode ser dado em maxwells no sistema CGS, ou em weber (Wb) no sistema internacional.

O número de linhas de força que atravessa uma superfície por unidade de área é denominado densidade de fluxo magné- tico, ou simplesmente fluxo magnético, é indicado pela letra B.

Sua unidade é o gauss. Outra unida de de fluxo usada no sistema CGS é o oersted;.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Básico de instalação elétrica predial .

Linguagem energéticaEntenda o que os termos significam:

Watt (W)  designa a potência.
kilowatt (kW)  o watt multiplicado por mil.
kilowatt/h (kWh)  refere-se ao consumo de energia (quilowatts consumidos por hora). Em sua conta de luz, é essa a medida usada.
Volt (V)  é a unidade que mede a tensão de uma ligação elétrica.
Ampère (A)  é a unidade de medida que determina a quantidade de corrente elétrica. Assim como usamos o metro para medir as distâncias, os eletricistas usam o ampère para indicar a quantidade de corrente elétrica que passa em um circuito. Dentro de sua caixa de luz, cada disjuntor tem uma amperagem determinada, equivalente à corrente elétrica suportada pelo circuito ao qual ele protege.

Nota: a voltagem multiplicada pela amperagem é igual à potência (V x A = W).
É bom saber disso para não sobrecarregar suas tomadas e não provocar um curto-circuito em uma instalação. Vamos supor que a tensão em sua cidade seja de 110 V. Você liga um secador de cabelos de 1 200 W em uma tomada de 10 A. Faça as contas: 10 A x 110 V = 1 100 W. Veja que os 1 200 W do secador estão excedendo o limite da tomada.

Aprendendo sobre os materiaisÉ necessário se ter bons materiais para levar energia aos diversos pontos de sua casa. Procure na embalagem o símbolo do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia), procedimento aconselhável para todos os componentes de sua instalação. Desde os cabos até os interruptores, esse símbolo significa que as peças foram feitas obedecendo às normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) para Instalações Elétricas de Baixa Tensão, identificadas pela sigla NBR-5410, antiga NB-3.

Agora, conheça o básico da sua instalação.

Fios e cabosSó há uma diferença entre eles: a flexibilidade. Os fios  constituídos de um único e espesso filamento  são rígidos. Já os cabos são formados por vários filamentos finos, o que lhes dá maleabilidade.
O material de que são feitos  o condutor de eletricidade  é o mesmo, o cobre (que, aliás, pode variar muito de qualidade). Faça sua pesquisa de preços, mas não leve um produto só porque é mais barato. Isso pode significar matéria-prima inferior  quanto mais puro o cobre, melhor será a condução da energia. Muita atenção também quanto ao revestimento isolante, que deve ser antichama. Exposto ao fogo, o PVC, que cobre todos os fios e cabos, não propaga a chama, mas, em geral, libera gases tóxicos. Uma nova geração de cabos aboliu o chumbo tóxico da capa que isolava os condutores. Na hora da compra, pergunte sobre a qualidade do produto e verifique as suas especificações.

Conduítes ou eletrodutos
Responsáveis pelo trajeto dos fios e dos cabos, fazendo as ligações entre todos os pontos de consumo e o quadro de luz, os conduítes são encontrados em duas versões: rígidos e flexíveis. Metálicos ou plásticos, os rígidos são mais indicados para lajes ou outras superfícies concretadas. Na maior parte das instalações, porém, são mesmo os flexíveis que dominam. Mais fáceis de lidar, nem por isso eles podem fazer curvas de ângulo muito fechado  isso impede a passagem dos fios. O ideal é que sigam caminhos retos ou que façam curvas abertas. Suas bitolas são calculadas levando-se em conta a quantidade de fios ou cabos que irão conduzir.

Quadros de distribuiçãoParte decisiva para o bom funcionamento da sua instalação elétrica, o quadro de distribuição concentra duas decisões importantes:
  •      O número de circuitos que abastecerão suas tomadas e pontos de luz

  •      A capacidade de carga de cada circuito.
    No quadro, são instalados os disjuntores (nas construções mais antigas, fusíveis). O tamanho pode variar de acordo com suas necessidades, mas o material deve, obrigatoriamente, ser incombustível. Hoje, quase todos os quadros são de metal.

    Disjuntores e fusíveisOs dois funcionam como válvulas, cuja finalidade básica é cortar o fluxo toda vez que a quantidade de energia que trafega por um determinado circuito for excessiva e puder causar danos ao sistema. A função dos disjuntores é, portanto, desarmar em caso de sobrecarga, protegendo sua instalação e seus aparelhos. Assim, um bom disjuntor não é aquele que não desarma nunca, mas o que desarma sempre que é preciso. Para isso, ele deve obedecer a critérios técnicos e ser produzido com materiais testados e aprovados.

    Não pense que usar disjuntores de maior capacidade para cargas menores é garantia de segurança. Ao contrário. Se você instala um disjuntor de 25 ampères para um circuito de 15 ampères, ele não desarmará em caso de sobrecarga. Usar disjuntores de menor capacidade para cargas maiores também não é aconselhável (ele desarmaria constantemente). Lembre-se: o importante é que sejam compatíveis com as cargas estipuladas para circuito. Junto aos disjuntores, na caixa de luz, providencie a colocação de um quadro identificador dos cômodos ou pontos atendidos por cada disjuntor.

    Se o seu sistema trabalha com fusíveis, assegure-se de que não exista folga no encaixe das peças. Sempre que um deles queimar, substitua-o por outro de mesma amperagem. Nunca improvise ligações com arames ou grampos: em caso de sobrecarga, ou de superaquecimento, eles não queimarão, como o faria o fusível.

    Caixas de passagemEmbutidas geralmente na parede, em diferentes formatos e feitas de materiais variados, elas são usadas para auxiliar na enfiação ou cabeamento. O tamanho dessas peças varia de acordo com a quantidade de eletrodudutos que chegam nelas. Hoje em dia, porém, é cada vez mais comum os projetistas pensarem em circuitos independentes. Como nem sempre isso é possível, essas caixas ainda não se tornaram obsoletas.

    Tomadas comuns e de telefoniaSe não há diferenças significativas no desenho ou na função das tomadas comuns elas são grandes quanto a qualidade. O cenário mudou no que se refere às tomadas de telefonia. Embora ainda se encontrem as antigas tomadas de quatro pinos chatos num plugue quadrado (padrão TELEBRAS), o mercado abre caminho para os modelos mais recentes, que obedecem ao padrão americano, composto de um pequeno terminal de plástico transparente. Além de mais discreto, ele é o de uso mais comum para aparelhos importados.


  • O que significa A.W.G dos fios ?

    AWG são as iniciais das palavras “American Wire Gauge” (traduzindo, “Padrão Americano de Fios”). É um padrão usado nos Estados Unidos da América e noutros países como método normalizado de indicar o diâmetro de um fio, em particular condutor elétrico.

    DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS

         Assim como o diâmetro de um cano é função da quantidade de água que passa em seu interior, a bitola de um condutor depende da quantidade de elétrons que por ele circula (corrente elétrica). Além disso, toda vez que circula corrente, o condutor se aquece, devido ao "atrito" dos elétrons em seu interior.
         No entanto, há um limite máximo de aquecimento suportado pelo fio ou cabo, acima do qual ele começa a se deteriorar. Nessa condições, os materiais isolantes se derretem, expondo o condutor de cobre, podendo provocar choques e causar incêndios.
         Para evitar que os condutores se aqueçam acima do permitido, devem ser instalados disjuntores ou fusíveis nos quadros de luz. Esses dispositivos funcionam como uma espécie de "guarda-costas" dos cabos, desligando automaticamente a instalação sempre que a temperatura nos condutores começar a atingir valores perigosos.
         Dessa forma, o valor do disjuntor ou fusível (que é expresso sempre em Ampères – A) deve ser compatível com a bitola do fio, sendo que ambos dependem da corrente elétrica que circula na instalação. Como a corrente é o resultado da potência dividida pela tensão, a tabela abaixo indica a bitola do condutor e o valor do disjuntor em função desses parâmetros.
    Tipo de circuito
    Tensão
    (volts)
    Potência máx.
    (watts)
    Bitola fio
    (mm²)
    Disjuntor máx.
    (A)
    iluminação
    110
    1.500
    1,5
    15
    tomadas
    110
    2.000
    2,5
    20
    tomadas
    220
    4.000
    2,5
    20
    chuveiros e torneiras elétricas
    220
    6.000
    6
    35
    ar condicionado
    220
    3.600
    4
    25
         Outras dicas:
         • nunca aumentar o valor do disjuntor ou do fusível sem trocar a fiação, uma vez que deve haver uma correspondência entre eles;
         • a menor bitola permitida por norma para circuitos de lâmpadas é de 1,5mm² e, para tomadas, de 2,5mm²;
         • devem ser previstos circuitos separados para iluminação e tomadas.